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Petrópolis terá coleta de lixo eletrônica de pequeno porte nos terminais rodoviários

Rio de Janeiro, 02/3/2023

Por Redação GBNEWS

Foto: CMP

Vereador Júnior Coruja


Uma iniciativa do presidente da Câmara Municipal de Petrópolis, vereador Júnior Coruja, vai garantir que a Cidade Imperial tenha pontos de coleta de lixo eletrônico de pequeno porte nos terminais rodoviários. O Projeto de Lei 3087/2022, aprovado em segunda discussão nesta quarta-feira (1/3) na Câmara Municipal visa garantir o descarte correto de itens como, por exemplo, pilhas, baterias portáteis, aparelhos e carregadores de telefone celular, rádios portáteis, walkman, Mp3, Mp4 e máquinas fotográficas.


Segundo o parlamentar, a ideia é que o governo municipal promova campanhas de educação ambiental chamando atenção sobre a responsabilidade de cada um em relação ao destino do lixo eletrônico pós-consumo e os riscos do descarte irregular para a saúde e o meio ambiente.


“Este é um tema que precisa ser amplamente discutido com a sociedade em geral. Precisamos levar essas informações às escolas, buscando difundir essa preocupação e despertar, nas pessoas, o interesse sobre o assunto. Não é um problema de governos. É um problema de todos nós. Precisamos, juntos, trabalhar continuamente para que esse lixo que é tão nocivo seja descartado corretamente”, afirmou o vereador Júnior Coruja.


O vereador lembrou que, hoje, na sociedade do consumo, é comum que as pessoas busquem, sempre, equipamentos mais novos e com tecnologia mais avançada.


“A compra de um novo aparelho eletrônico, um celular mais moderno, por exemplo, pode ser muito divertido. Poucas pessoas pensam, no entanto, em como desfazer corretamente do equipamento antigo. Computador fora de uso, televisores velhos, consoles de videogame que foram abandonados, tudo isso compõe o lixo eletrônico e precisa ser corretamente descartado”, lembrou.

Equipamentos eletrônicos mais complexos podem ter até 60 substâncias químicas, algumas delas tóxicas como mercúrio (pode afetar o sistema nervoso, os rins e o cérebro), cádmio (um risco para rins e os ossos), chumbo e cobre. Se forem simplesmente jogados na lata de lixo, esses objetos vão para o aterro sanitário, afetando o solo e os depósitos de água subterrâneos, expondo o meio ambiente e a população a situação de risco.


Quase todos os equipamentos eletrônicos jogados fora são considerados lixo eletrônico, basta ser um aparelho que tenha componentes eletrônicos abastecidos por pilhas ou baterias.


O Brasil é o país que mais produz lixo eletrônico por habitante - a média é de 500 gramas de e-lixo por pessoa por ano, segundo a ONU. As Nações Unidas estimam que, no mundo, sejam geradas 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, o que equivale a uma fila de caminhões caçamba dando meia volta ao planeta.


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