Com a corda no pescoço


A cada dia que passa a situação do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) fica mais insustentável graças a sua incompetência e teimosia, que estão levando o Rio de Janeiro para o fundo do poço e sendo ridicularizado no Brasil e exterior. Com isso, sofrem os servidores públicos estaduais, a população do Estado e visitantes.


Após a inércia do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) com seis dos sete conselheiros presos, soltos em seguida e afastados dos cargos por 6 meses, com a complacência dos nobres deputados compromissados com o governo quando deveriam fiscalizar as ações e, também com os olhos fechados do Ministério Público, finalmente surge uma luz no fim do túnel.


O conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) se reuniu na quinta-feira e decidiu anunciar no próximo dia 18, se vai ou não pedir o impeachment de Pezão. Neste dia, os conselheiros vão debater o parecer apresentado pela comissão de direito constitucional. São necessários 54 presentes para começar a sessão, 24 para que ela seja aberta e 13 votos para aprovar o impeachment do governador.


Segundo uma das conselheiras da entidade, Vânia Siciliano, a 'falta de controle das contas públicas, com responsabilidade cristalina do excelentíssimo, gerou lesões irreversíveis ao patrimônio do Estado, aptas a justificar o pedido de impeachment'.


Em abril, muitos dos 160 membros justificaram que não pagar os salários dos servidores, a política equivocada de incentivos fiscais e o calote na União caracterizam crime de responsabilidade.


A sessão contou com a presença de representantes de centrais sindicais das áreas de ensino, segurança, comércio e bancos; conselhos de economia, administração, indústria e contabilidade.


Está na hora de tomar uma atitude enérgica, imediata, para tirar o Estado do Rio desse caos que começou com a roubalheira da gang de Sergio Cabral , época que Pezão era vice-governador e secretário de obras, mas que não viu nada de irregular como declarou diversas vezes com àquele sorriso debochado de canto de boca.