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Presos de altíssima periculosidade continuam foragidos no Rio

  • Foto do escritor: Redação GBNews
    Redação GBNews
  • 3 de jan.
  • 2 min de leitura

Rio de Janeiro, 03/01/2025

Por Redação GBNEWS

Foto reprodução

Tiago Vinicius, André Almeida e Márcio Martinez, chefes de facção, que continuam foragidos dos presídios


Dos 1.868 detentos que tiveram o direito a saída temporária para visitar a família no Natal, a conhecida saidinha, 258 não retornaram às unidades prisionais do Rio de Janeiro até o dia 30 de dezembro. Desse total, 150 pertencem ao Comando Vermelho, sendo que um deles, Tiago Vinícius Vieira, o Dourado, já tinha fugido do presídio de segurança máxima de Mato Grosso do Sul.

 

Entre os foragidos estão além de Tiago Vinicius Vieira, o  Dourado, os também traficantes André Luiz de Almeida, o Nestor do Tuiuti; Marcello Aurélio Martinez Martelo, o Bolado, da Fallet; e Sérgio Luiz Rodrigues Ferreira, conhecido como Salgueiro ou Problema. Eles são, respectivamente, chefes do Morro do Tuiuti, na Zona Norte do Rio, e do Fallet, em Santa Teresa, além de gerente da favela da Lagoa, em Magé. Todos considerados de altíssima periculosidade saíram pela porta da frente.

 

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), “após o deferimento judicial da VPL — comunicado à Secretaria por meio da relação oficial dos beneficiados —, são adotados protocolos internos, incluindo a elaboração de relatórios técnicos de inteligência nos casos de presos classificados administrativamente como de alta ou altíssima periculosidade, os quais são devidamente compartilhados nos fluxos institucionais previstos”.

 

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou ao GLOBO que a decisão sobre a concessão do benefício é exclusivamente do Poder Judiciário:

 

“Por mais que a nossa inteligência tenha conhecimento dessas “saidinhas”, não podemos fazer nada, já que é um critério objetivo, legal, que permite essas aberrações, mesmo em se tratando de presos faccionados, que têm o histórico de não retornar para a prisão quando recebem esses benefícios”, explicou o secretário.

 

O secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, também criticou a "saidinha" de presos, ressaltando que a corporação fez 35 mil prisões no ano passado:

 

 

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