PortosRio participou de conferência em Moçambique
- há 3 dias
- 2 min de leitura
Rio de Janeiro, 22/03/2026
Por Redação GBNEWS
fotos: Divulgação

A PortosRio participou da conferência “Os Portos: força motriz da Economia Azul”, realizada em Moçambique, que teve início na terça-feira (18) e encerrou na sexta-feira (20). Promovido pela Associação dos Portos de Língua Portuguesa (APLOP), o evento incluiu visitas técnicas ao Porto de Maputo e à CFM – Caminhos de Ferro de Moçambique.
A missão internacional reuniu autoridades, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas dos países lusófonos. A PortosRio foi representada pelo diretor-presidente, Flavio Vieira, e pelo diretor administrativo-financeiro, Francisco José de Sousa Diogo.
A conferência destacou o papel estratégico dos portos no desenvolvimento sustentável dos oceanos, com debates sobre infraestrutura portuária, transição energética, tecnologia e inovação. O encontro também discutiu como os portos dos países de língua portuguesa podem atuar como vetores de crescimento econômico, com base em práticas sustentáveis e eficientes.

Durante o evento, o diretor-presidente da PortosRio, Flavio Vieira, apresentou um panorama da infraestrutura dos portos públicos do Estado do Rio de Janeiro sob gestão da Autoridade Portuária, ressaltando a importância das parcerias e das conexões marítimas para a promoção de negócios.
“Em um cenário global desafiador, este é um momento oportuno para fortalecer parcerias comerciais e buscar, de forma conjunta, soluções que garantam investimentos em infraestrutura, impulsionem a movimentação de cargas e promovam o desenvolvimento socioeconômico dos nossos países”, afirmou.

A conferência também integrou a agenda preparatória para o 17º Congresso da APLOP, que será realizado em novembro, no Rio de Janeiro. O encontro reforçou a cooperação entre os portos de língua portuguesa, ampliando o intercâmbio técnico e as relações comerciais entre Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Comentários