Mãe Loira do Funk já está na cadeia; foi presa em Petrópolis
Rio de Janeiro, 25/9/2026

Verônica Costa e outros três familiares foram encontrados pela Polinter em Petrópolis, a Cidade Imperial (fotos reprodução/polícia Civil)
A ex-vereadora do Rio Verônica Costa, a “Mãe loira do Funk”, foi presa na noite desta quinta-feira (24), numa casa na cidade de Petrópolis, Região Serrana fluminense. Ela está condenada a 10 anos e 8 meses de prisão em regime fechado por torturar o ex-marido Márcio Costa, em 2011.
Também foram presos por policiais da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (Polinter), outras três pessoas que também eram procuradas pela Justiça: Bruno Chaves Ribeiro, irmão de Verônica e condenado à mesma pena de 10 anos e 8 meses de prisão; Tatiane Chaves Ribeiro Marques, irmã e empresária; e Bruno Marcelo Bahia Marques, marido de Tatiane e cunhado de Verônica.

Desde segunda-feira (21), Verônica costa era considerada foragida quando a 16ª Vara Criminal da Capital, do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), expediu um mandado de prisão contra ela. Ontem, a polícia bateu na casa dela no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio, mas não tinha ninguém.
Segundo a Polícia Civil, o grupo estava em uma residência no Vale das Videiras e teria deixado outros endereços identificados durante as diligências. Os investigadores realizaram levantamentos de inteligência, verificaram endereços e acompanharam deslocamentos dos procurados até conseguirem localizar o imóvel.
Ao tomar conhecimento da prisão da ex-mulher, Márcio Costa disse, nas redes sociais, que se sentias mais aliviado.
"Sou Márcio Costa, a pessoa que a Verônica Costa torturou. Não é comemoração, é alívio. Esperei tempo demais por esse momento. Foram anos carregando em silêncio uma dor que não passa, uma ferida que não se apaga. Hoje, com a palavra final da Justiça, eu não celebro, apenas respiro. Que a verdade permaneça e que a dor de tantos anos não seja em vão", postou Márcio Costa.
Márcio teve o corpo encharcado com combustível, foi ameaçado de ser incendiado e atingido no rosto com inseticida entre os dias 21 e 22 de fevereiro de 2011. A ação, que, segundo a defesa dele, foi coordenada pela ex-vereadora, teria sido praticada por outras três pessoas ligadas à família de Verônica.
Por Redação GBNEWS
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