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Guia prático ajuda iniciantes a entender a linguagem do mercado cripto

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Rio de Janeiro, 04/4/2026

Por Redação GBNEWS

Fotos: Divulgação

As criptomoedas surgiram em 2009 com o lançamento do Bitcoin, como uma resposta à busca por um sistema financeiro mais descentralizado, transparente e livre da intermediação de bancos e governos. Desde então, o mercado se expandiu de forma acelerada, movimentando trilhões de dólares e atraindo investidores, empresas e governos em todo o mundo. No entanto, para quem está começando, o vocabulário desse universo pode parecer complexo e cheio de siglas.

 

“Nosso propósito é descomplicar o mercado cripto e mostrar que ele é acessível a qualquer pessoa, desde que exista informação e educação financeira. Entender os termos é o primeiro passo para investir com segurança e aproveitar as oportunidades dessa nova economia digital”, explica Fábio Lino, CEO da OnilX, exchange brasileira especializada em soluções de pagamento com ativos digitais, assessoria e educação financeira.

 

Com sede em Curitiba e atuação nacional, a OnilX vem se consolidando como uma das principais referências do setor cripto no Brasil. Fundada em 2020, construiu uma rede com 18 escritórios licenciados em diferentes regiões do país e ampliou sua presença internacional e hoje realiza mais de 400 operações diárias em mais de 15 países, nos continentes americano, europeu e asiático.

 Confira o glossário preparado pela OnilX para entender o mercado digital:

 

Bitcoin (BTC) – Primeira e mais famosa criptomoeda do mundo, criada em 2009 e símbolo da descentralização financeira.

 

Blockchain – Tecnologia que registra todas as transações de criptomoedas de forma pública, segura e imutável.

 

Wallet (Carteira Digital) – Ferramenta usada para armazenar e gerenciar criptomoedas com segurança.

 

Exchange – Plataforma onde é possível comprar, vender e converter criptomoedas.

 

Stablecoin – Criptomoeda com valor atrelado a um ativo estável, geralmente o dólar.

 

Dólar Digital (CBDC) – Versão digital de moedas oficiais, emitida por bancos centrais. O Brasil prepara o Drex, sua própria CBDC.

 

Token – Representação digital de um ativo real, como ações, obras de arte ou imóveis.

 

NFT (Non-Fungible Token) – Token único que comprova a posse de um item digital, como uma arte ou coleção virtual.

 

DeFi (Finanças Descentralizadas) – Sistema que permite transações financeiras sem bancos ou intermediários, via blockchain.

 

HODL – Termo usado por investidores que mantêm suas criptomoedas a longo prazo, sem vender em períodos de queda.

 

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