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Estado do Rio poderá multar quem promover adultização e sexualização infantil na internet

  • Foto do escritor: Gilson da Gama Barcellos
    Gilson da Gama Barcellos
  • 13 de ago.
  • 2 min de leitura

Rio de Janeiro,13/8/2025

Por Redação GBNEWS

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Plataformas digitais, e pessoas físicas, que promoverem adultização e sexualização infantil na internet serão multados no estado do Rio de Janeiro em valores que podem ultrapassar R$ 475 mil. A punição consta no Projeto de Lei 5944/2025, do deputado Rosenverg Reis (MDB), em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

 

A proposta é um diferencial em relação a outros projetos apresentados na Alerj que propõem a criação de uma Política Municipal de Conscientização e Combate à Adultização Infantil.

 

Para o deputado Rosenverg Reis, nesse caso específico, por envolver menores, deve existir uma punição real e pesada para maior proteção dos direitos de crianças e adolescentes. 

 

“A internet é um dos ambientes com mais denúncias de violações contra menores. Para proteger as crianças e adolescentes dos riscos acredito que multas pesadas poderão inibir a prática de crimes”, argumenta o deputado Rosenverg Reis.

 

De acordo com o projeto de lei, no caso da plataforma digital infratora, que possua divulgação, compartilhamento ou hospedagem de conteúdo que promova, incentive ou normalize a adultização ou sexualização infantil na internet, deverá ser aplicada multa administrativa de até 100 mil UFIR-RJ (R$ 475.080,00). Já para a pessoa física, a multa será de até 10 mil UFIR-RJ (R$ 47.508,00).

 

Em caso de não pagamento, a proposta estabelece que o débito será inscrito em dívida ativa. E se houver reincidência nas práticas vedadas, será aplicada ao infrator multa no valor dobrado.

 

Ainda de acordo com o PL 5944/2025, o procedimento administrativo instituído para a aplicação de multa administrativa será instaurado e regulamentado por órgão designado pelo governo estadual.

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 A adultização ganhou visibilidade nas redes sociais nos últimos dias após denúncias feitas pelo youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, o Felca, sobre casos de exploração e sexualização precoce de crianças na internet. O vídeo ultrapassou 30 milhões de visualizações.

 

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