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Comte Bittencourt assume o Cidadania com a queda de Roberto Freire

Rio de Janeiro, 10/9/2023

Por Gilson Barcellos

Fotos: Redes Sociais

Comte Bittencourt tem a missão de comandar o Cidadania em todo o país


Após mais de 30 anos à frente do Cidadania, antigo Partido Popular Socialista (PPS), Roberto Freire deixou a presidência da legenda neste sábado (9). A saída é resultado de uma manobra interna para viabilizar a adesão do partido ao governo Lula (PT). No lugar de Freire assume Comte Bittencourt, líder do Cidadania no Rio de Janeiro.


Comte é professor, foi vereador, deputado estadual (2003/2018) e vice-prefeito na última administração de Rodrigo Neves (PDT) em Niterói.


“Depois de duas décadas de militância, fui honrado com a indicação dos companheiros de partido para a Presidência da Executiva Nacional do Cidadania. Aceitei este grande desafio com o propósito único de unir o partido em torno dos valores democráticos que sempre nortearam nossa atuação política.

Tenho convicção que contarei com o apoio e a dedicação de todos aqueles que construíram a trajetória de lutas do Cidadania. Vamos continuar escrevendo juntos esta história de grandes vitórias”, postou nas redes sociais Comte Bittencourt.


Também nas redes sociais, o ex-prefeito e atual secretário Executivo da Prefeitura de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), se manifestou sobre a nova função do político no Cidadania.

Rodrigo Neves com seu amigo e aliado político Comte Bittencourt


“Parabéns ao amigo @comtebittencourt pela eleição para a presidência nacional do @cidadania23. Vereador e deputado estadual muito atuante no estado do Rio, ele foi meu companheiro como vice-prefeito de #Niterói. Desejo sucesso em sua nova missão de renovar e fortalecer o Cidadania em âmbito nacional, além de defender a democracia brasileira”.


Ao deixar a presidência nacional do Cidadania, Roberto Freire, postou a seguinte nota no facebook:

“Fui leal aos meus princípios, aos princípios do partido e à nossa história, que, espero, não consigam desonrar. Aos amigos e companheiros leais de luta, que se somaram a mim nesse esforço, meu respeito e minha gratidão”, disse Freire que foi membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB), pelo qual disputou a Presidência da República em 1989, passou ao PPS na década de 1990 e foi deputado federal, senador e ministro da Cultura durante o governo Temer (MDB).


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