Cláudio Castro e Flávio Bolsonaro fumam o cachimbo da paz sem apoio a Bacellar
- Gilson da Gama Barcellos

- 17 de jul.
- 2 min de leitura
Rio de Janeiro, 17/7/2025
Por Redação GBNEWS

Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro estão mais unidos do que nunca segundo políticos liberais
O senador Flávio Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira (17) que o grupo político de centro-direita do Rio de Janeiro se precipitou ao escolher o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil) para suceder o governador liberal Cláudio Castro. Flávio e Castro se reuniram à portas fechadas e fumaram o cachimbo da paz.
Ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, (que continua inelegível), o senador disse que a família não cravou o apoio a Bacellar e que essa decisão somente será feita mais adiante.
“Nosso foco é o Senado, as candidaturas ao Senado, estamos definindo uma por uma, queremos uma bancada forte. Decisão, nesse momento, só em relação ao Senado”, disse o ex-presidente, ratificando a fala de Flávio, que não falou em apoio a Bacellar.
Em seu gabinete no Senado, Flávio Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira (16), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro e ao que parece selaram a paz. O chefe do executivo fluminense continua certo de que será o candidato ao Senado pelo Partido Liberal nas eleições do ano que vem.
Segundo fontes do PL, a lealdade do governador pesou na reconciliação. A exoneração de Washington Reis (MDB), ex-secretário de Meio Ambiente, deixou sequelas, mas foi considerada assunto encerrado. Flávio teria reconhecido o apoio consistente de Castro ao grupo bolsonarista, especialmente nos momentos mais turbulentos.
Nos bastidores do partido, o clima é de distensionamento. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, atuou para apaziguar o conflito interno. “Em nenhum momento aventamos a possibilidade de Castro deixar a legenda”, teria dito o dirigente durante reunião na sede do partido em Brasília.


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