Após viagem à Lua, cápsula Orion pousa no mar com os quatro astronautas
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Rio de Janeiro, 11/4/2026
Por Redação GBNEWS

Os astronautas Christina Koch e Victor Glover foram fotografados sentados no helicóptero após serem retirados do mar
A missão espacial Artemis II, lançada no dia 1° de abril, teve seu fim nesta sexta-feira (10), às 21h07, com o pouso da cápsula Orion no mar, perto de San Diego, Califórnia. Essa foi a primeira viagem tripulada à Lua desde o fim do programa Apollo, em dezembro de 1972.
A tripulação foi resgatada duas horas após o pouso na água, para o resfriamento da cápsula e a remoção com segurança dos astronautas. Eles foram levados de helicóptero para o porta-aviões USS Murtha.

A espaçonave fez um sobrevoo na Lua com o objetivo de testar a cápsula Orion Integrity para a preparação de futuras missões. A tripulação incluiu a primeira mulher a ir além da órbita da Terra, o primeiro astronauta negro em uma missão lunar e o primeiro canadense. Eles viajaram a maior distância em relação a Terra já percorrida por humanos, equivalente a 406.771 km. Ao todo, foram 9 dias, 1 hora, 31 minutos e 35 segundos desde o lançamento até o pouso.
Durante a reentrada na atmosfera, a cápsula lidou com temperaturas extremas, próximas aos 2.760 C°, equivalente a metade da temperatura do Sol. Nesse processo, a tripulação tem que lidar com uma velocidade de aproximadamente 40 mil km/h. Enquanto isso, os astronautas sofrem forças equivalentes a quase 4 vezes a gravidade terrestre.
Após o pouso, o comandante Reid Wiseman informou que os quatro membros da tripulação estavam em boas condições: "Que viagem. Estamos estáveis".

Próximo aos 6,7 km de altura, três paraquedas são abertos para estabilizar o pouso e possibilitar que o impacto com o mar seja de 32 km/h. Apesar de suave, a queda exige precisão para evitar riscos à segurança dos tripulantes.
Foram descobertas duas novas crateras na Lua, que foram nomeadas de Integrity, em homenagem à nave, e Carrol, em homenagem à esposa falecida do comandante da missão. Além disso, novas fotos mais detalhadas e coloridas da Lua foram tiradas para registro e estudo do satélite natural. Os astronautas também relataram terem avistado clarões de impactos de meteoritos na superfície da Lua.
Um dos interesses da missão é observar os minérios presentes no solo lunar. Além disso, o Hélio-3, isótopo raro na Terra e abundante na Lua, é considerado um dos possíveis alvos da missão. O material é considerado um combustível ideal para a fusão nuclear. Ele é visto como uma energia limpa, não radioativa e de alto potencial energético.
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