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‘A Lapa Sobe a Serra’ leva a boemia carioca para a Região Serrana do Rio

  • Foto do escritor: Gilson da Gama Barcellos
    Gilson da Gama Barcellos
  • 21 de out.
  • 2 min de leitura

Rio de Janeiro, 21/10/2025

Por Redação GBNEWS

Foto: Divulgação

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Dudu Nobre e Sandra de Sá sobem a serra fluminense


A Lapa, reduto da boemia, da cultura e da malandragem carioca, vai invadir as montanhas fluminenses. Depois do sucesso da última edição em Teresópolis, o projeto A Lapa Sobe a Serra vai transformar Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis em palcos da tradição cultural do bairro mais famoso da vida noturna do Rio de Janeiro.

 

A cenografia será um show à parte, recriando a arquitetura, os bares, as gafieiras e o clima vibrante da Lapa. Os três municípios da Região Serrana receberão uma programação intensa, que une música, dança, gastronomia e até campeonato de sinuca.

 

Line-up

 

Nova Friburgo

 

  • Sexta, 24/out – Programação com os artistas da cidade

 

  • Sábado, 25/out – Sandra de Sá e Cordão do Bola Preta

 

  • Domingo, 26/out – Monobloco e Dudu Nobre

 

Teresópolis

 

  • Sexta, 14/nov – Marvvila e Monobloco

 

  • Sábado, 15/nov – Sandra de Sá e Cordão do Bola Preta

 

  • Domingo, 16/nov – Feijoada ao som da banda Quintal do Céu

 

Petrópolis

 

  • Sexta, 28/nov – Marvvila

 

  • Sábado, 29/nov – Leandro Sapucahy e Cordão do Bola Preta

 

  • Domingo, 30/nov – Dudu Nobre e Monobloco

 

Um padrinho mais do que especial

 

Carlinhos de Jesus continuará sendo o padrinho do evento. Por questões de saúde, ele não assumirá o papel de mestre de cerimônia, mas será homenageado: o ator Alexandre Barilali interpretará o personagem Bom Malandro, em referência direta ao legado do artista.

 

“É uma grande alegria e um lisonjeio ser padrinho de um projeto que enaltece a Lapa, esse bairro icônico e representativo da cultura do samba e da boemia carioca. É a minha cara!”, destaca Carlinhos de Jesus.

 

E completa: “O samba resiste porque continua sendo espaço de fala, canto e dança. Celebramos essa resistência porque o samba é, acima de tudo, uma celebração. Que as pessoas saiam do evento com esse sentimento de alegria, união e irmandade.”

 

Diretora do festival, Tayana dos Santos conta que o projeto nasceu de um desafio ainda em 2010, quando foi convidada a produzir algo inovador para Teresópolis. Depois de 14 anos guardado em sua “gaveta de projetos”, a ideia volta ainda mais forte.

 

“Sempre tive um carinho especial por esse projeto e sabia que um dia iríamos desarquivá-lo. A proposta é conceitual, é contar histórias e criar uma conexão real entre a Lapa e a serra. Queremos que o público viva essa experiência, mergulhe na magia da boemia e leve para casa uma memória afetiva que fique registrada”, diz Tayana.

 

Além da música, o espaço terá bares temáticos, comidas de buteco, rodas de samba e o tradicional Campeonato de Sinuca, que homenageia uma das práticas mais marcantes da boemia carioca.

 

Em edições anteriores, o festival lotou programações na serra, movimentou o turismo local e trouxe gás novo para a cena cultural. Para 2025, a expectativa é de receber 60 mil pessoas ao longo dos 9 dias entre as três cidades.

 

 

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