Eleição 2026: Eduardo Paes tenta ser governador pela terceira vez
- 21 de jul.
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Rio de Janeiro, 21/7/2026
Por Gilson Barcellos
Foto: Rede Social

Jane Reis será vice na chapa de Eduardo Paes que terá Pedro Paulo como candidato ao Senado
Começou nesta segunda-feira (20 e vai até 05 de agosto o prazo para que os partidos realizem suas convenções para indicar os candidatos ao governo do Estado do Rio de Janeiro, senadores, deputados estaduais e federais.
PSD oficializou a candidatura do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes nas eleições de 04 de outubro. Essa é a terceira vez que tenta governar o Estado. Na primeira vez, ficou em quinto lugar e na segunda, perdeu para Wilson Witzel no segundo turno.
A advogada Jane Reis (MDB) será a vice na chapa de Paes. Ela é irmã do ex-prefeito de Duque de Caxias Washington Reis, presidente estadual do MDB, e tia do atual prefeito do município, Netinho Reis.
O braço direito de Eduardo Paes, deputado federal e presidente estadual do PSD, Pedro Paulo, será candidato a uma das duas vagas do Senado. A outra vaga terá como candidata a deputada federal petista Benedita da Silva.
Em seu discurso, Eduardo Paes afirmou que o Rio atravessa uma grave crise política e institucional, responsabilizou o atual grupo político pelo cenário e apresentou a segurança pública como uma das principais bandeiras da campanha.
“A responsabilidade por tudo isso é do grupo político que tomou de assalto o estado há oito anos. Governador cassado (Cláudio Castro), presidente da Alerj (Rodrigo Bacellar) preso por ligação com o crime organizado, com o Comando Vermelho. Talvez o certo não seja chamar de grupo político, mas de organização criminosa”, afirmou.
Paes promete mudanças na segurança pública e critica influência da Alerj em indicações.
Ao tratar da segurança pública, Eduardo Paes afirmou que, se eleito, pretende retomar o controle do território pelo estado e reduzir a influência política sobre as forças de segurança. O candidato declarou que “o tempo em que o estado se acovardava acabou” e afirmou que a Assembleia Legislativa não interferirá mais nas nomeações da área.
“Teremos uma polícia guiada por evidências, não por política. A Alerj não vai mais mandar na segurança. Os deputados não vão mais indicar delegados. Que esse recado fique muito claro a todos que fazem política”, declarou Paes.
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