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Codemar convocou colaboradores a se solidarizarem com as vítimas do temporal

Rio de Janeiro, 08/02/2023

Por Redação GBNEWS

Fotos: Leonardo Fonseca

A Codemar (Companhia de Desenvolvimento de Maricá) convocou seus colaboradores a ajudar a população maricaense, vítima do temporal que assolou a cidade e municípios vizinhos no fim da tarde e noite de terça-feira (07). A empresa pública recebeu lençóis, toalhas de banho, chinelos de borracha e produtos de higiene pessoal, que foram levadas ao CEM Joana Benedicta Rangel, no Centro de Maricá, nessa quarta-feira (08/02), centro de referência criado na cidade para pessoas que ficaram desalojadas.

A superintendente da Diretoria de Economia Solidária da Codemar, Tatiana Tostes, que está acompanhando a situação desde a noite de terça-feira (07), explicou que a união e mobilização da população é importante neste momento. “Nossa equipe foi acionada pela Secretaria de Habitação e Assentamentos Humanos e prontamente nos colocamos à disposição para ajudar as famílias que foram atingidas pela chuva. Nós tivemos uma grande rede de solidariedade dentro da Codemar. Essa entrega teve um bom volume. Acredito que se todos os setores fizerem uma corrente do bem, como a Codemar, vamos ter um volume ainda melhor”, afirma.

Parceria solidária Segundo o secretário Municipal de Habitação e Assentamentos Humanos, Victor Maia, no momento, 51 pessoas estão desalojadas no Joana Benedicta, recebendo atendimento psicológico, de assistência social e, caso necessário, de saúde. No entanto, esse número ainda pode aumentar. “O CEM Joana Benedicta Rangel é o local de acolhimento das famílias e de recebimento das doações (material de limpeza, higiene pessoal e água mineral). Nosso esforço é garantir que todos tenham a assistência adequada e, aqueles que podem voltar às suas casas, voltarão quando possível, e aqueles que não puderem, voltarão a ser assistidos e cadastrados nos programas sociais. Nós estamos, também, com dez equipes nas ruas, fazendo buscas ativas para saber se nos bairros mais afetados ainda existem famílias que precisem vir para o Joana, ou se têm necessidade de materiais de limpeza, água potável e cestas básicas”, afirma.


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