Coronavírus: pequenos comércios de Maricá estão bombando

Em época de pandemia do novo Coronavírus, cuja orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é evitar ao máximo a circulação de pessoas nas ruas para desacelerar a proliferação do Covid-19, os comércios locais - e considerados de pequeno porte - têm sido fundamentais para os moradores nesse período de isolamento social. Em Maricá, este setor fundamental na economia tem recebido muita atenção dentro das medidas de suporte à economia lançadas pela Prefeitura. 

                                                                                                                         (fotos Clarildo Menezes)

 

Um deles é o mercado Novo Horizonte, localizado no Bairro da Amizade, que tem “socorrido” a vizinhança, como aponta o pintor Gilard dos Santos, de 34 anos.  

 

“Ainda bem que o mercado está aberto, pois fico trancado dentro de casa. Quando preciso, venho aqui rapidinho e volto correndo para a minha residência, pois estou evitando ao máximo ficar na rua”, afirmou o morador do bairro Caju. Pra mim, Maricá está indo no lugar certo fazendo esse isolamento social”, enfatizou.

 

Assim como Gilard dos Santos, a professora de inglês, Luciana Pereira, de 35 anos, faz bastante uso do mercado nesse período para comprar pequenos itens que estão faltando em casa, pela proximidade de seu lar.

“Em tempo de pandemia esses mercados estão sendo de grande ajuda. Para mim, está sendo bom porque venho a pé ao mercado, que é pertinho da minha casa, e compro somente aquilo que preciso”, ressaltou a moradora do Centro, que comprava fruta para levar para sua mãe que está inserida no grupo de risco.

 

Segundo o gerente do mercado, Valmir Marins da Silva, o isolamento social fez com que diminuísse em cerca de 20% o movimento no estabelecimento, porém, aumentou o número de pedidos delivery. “Em período normal fazíamos entre cinco a seis entregas por dia. Hoje com a quarentena, entregamos de 8 a 10 cestas de compras”, relatou.

 

No mesmo bairro, a mercearia e açougue também contribui para a diminuição da circulação de pessoas no grande centro da cidade. “Comprei biscoito, arroz, feijão e carne. São produtos mais básicos para não ficarmos andando na rua. Os mercados locais estão fazendo a diferença”, disse a dona de casa Adriana Fernandes, de 41 anos, enquanto fazia as compras.

 

Para evitar o contágio do vírus, os comércios estão adotando algumas medidas primordiais quanto ao manuseio dos produtos e à aglomeração de pessoas, como conta a proprietária do estabelecimento, Marilma da Costa de Oliveira. “Limito o número de clientes e a todo instante, se alguém chegar, eu distribuo um pouco de álcool em gel para ser aplicado nas mãos e lavo as minhas a todo momento”, afirmou.

Na padaria ao lado, o cliente Gingiwelton Martins Fernandes, de 33 anos, enfatizou a importância de se manter o estabelecimento aberto, principalmente nesse período de pandemia. “É um período difícil que estamos vivendo. Ter um comércio aberto que nos atenda perto da empresa está sendo muito útil para comprar um biscoito ou um pão para o lanche. É um comércio que tem valor na nossa área”, disse Martins Fernandes, que trabalha em uma empresa próximo à padaria.

 

 

 

 

 

 

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