Saúde de Ponta a Ponta atende no Centro de Maricá até sábado

O caminhão do Saúde de Ponta a Ponta, programa da Secretaria de Saúde, estacionou nesta terça-feira (03) na esquina da Avenida Roberto Silveira com a Rua Vereador Luiz Antônio da Cunha, no Centro de Maricá, para a realização de exames de imagem como densitometria óssea, mamografia, raio-x, eletrocardiograma e ecodoppler. O automóvel ficará no local até o sábado (07).

                                       Caminhão da saúde está estacionado no centro de Maricá (fotos Elsson Campos)

 

Os cerca de 150 pacientes atendidos já estavam previamente agendados, como requer o procedimento. Todos devem passar pelos seus médicos, entregar os pedidos nas unidades do bairro que serão encaminhados para a Central de Regulação, onde é autorizada a realização do exame.

 

Aguardando na fila para fazer o ecodoppler vascular nas pernas, a dona de casa Avanete Filgueira Pantoja, de 88 anos, elogiou a rapidez como é feito o procedimento. "Aqui o atendimento é ótimo. Que continue assim. Esse exame que fiz hoje, se fosse no Rio de Janeiro, ia fazer daqui a uns 6 meses. Não faz nem um mês que eu marquei aqui", contou a moradora de Itaipuaçu.

Moradora do Parque Nanci, a dona de casa Gleice Brites, de 43 anos, relatou a sua percepção ao utilizar o serviço pela primeira vez. “Tudo muito limpo, funcionários atenciosos, gostei muito. Achei ótima essa iniciativa de ter atendimento em um caminhão no centro da cidade. É de fácil acesso para todo mundo. Só não vai fazer exame quem não quer”, disse.

 

Para a servidora pública aposentada, Neise Jesus Costa, de 60 anos, o programa Saúde de Ponta a Ponta é um serviço essencial para atender a demanda. “É fundamental porque muitas vezes a pessoa não tem condições financeiras para se deslocar até o centro do Rio para fazer algum exame. Isso vai fazer muita diferença para a população de um modo geral”, afirmou a moradora de Guaratiba.

Apesar de todo o esforço da Secretaria de Saúde para atender a demanda do município, o número de faltosos ainda é considerado alto, como alerta a coordenadora da central de regulação, Tereza Cristina Abrahão Fernandes.

 

“Estamos tendo uma média de 30% de faltosos. Ligamos, a pessoa confirma que vai, chega no dia marcado e ela não comparece. Então, quando as pessoas não puderem ir, pedimos por favor para que nos avisem com antecedência. Assim, podemos colocar uma outra pessoa no lugar”, frisou.

 

 

 

 

 

 

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