Azedou a aliança política Wilson Witzel (PSC) - Jair Bolsonaro (PSL)

 Ficou visível que a relação política entre o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) e o governador do Estado do Rio Wilson Witzel (PSC) acabou. Aliados na eleição do ano passado estarão em lados opostos no pleito de 2022, quando os dois serão possivelmente adversários na disputa presidencial.

                                   A relação entre Witzel e Bolsonaro não está mais cheirando bem

 

Na cerimônia de conclusão da construção de um submarino, nesta sexta-feira (11), no Complexo Naval de Itaguaí, Bolsonaro se dirigiu a Witzel friamente e mal o cumprimentou.

 

Jair Bolsonaro não gostou nem um pouco das declarações de Wilson Witzel, em entrevistas recentes, de que não se elegeu na onda Bolsonaro e sim graças ao seu trabalho. O governador do Rio que está no poder cerca de 10 meses, disse também que será candidato à presidente em 2022, mesmo sabendo que Bolsonaro pretende tentar a reeleição.

 

Com essas declarações, o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (PSL), presidente regional do partido, reuniu a bancada do PSL na Alerj (12 deputados) e determinou que o partido deixe os cargos que tem no governo estadual e que não apoiem mais Witzel, caso contrário serão expulsos da agremiação.

 

Até agora ninguém deixou o governo estadual, onde além dos cargos o PSL tem duas secretarias. Ninguém foi expulso do partido e a expectativa é como a bancada do PSL vai se portar na votação de matéria considerada muito importante e de interesse do governador Wilson Witzel.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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