Ticket médio do presente para o Dia das Crianças sobe 8% em 2019

O levantamento identificou ainda

que preço do presente será, em média, R$206;

percentual de consumidores que parcelarão o valor

do presente aumentou 13% em relação a 2018

O ticket médio do presente de Dia das Crianças de 2019 será de R$ 206, representando um aumento de 8% em relação ao valor médio gasto em 2018, de acordo com a Pesquisa Hábitos de Consumo feita pela Boa Vista para o Dia da Crianças, com cerca de 600 consumidores, em todo o país. A alta é superior à inflação de 3,4% no período.

O levantamento também identificou, entretanto, que 65% dos entrevistados comprarão presente para a data. Uma queda de 5 pontos percentuais (p.p.) em relação ao ano passado, quando 70% dos consumidores afirmaram que comprariam presentes para o Dia das Crianças.

41% dos entrevistados que pretendem comprar presentes neste Dia das Crianças irão gastar o mesmo valor do presente de 2018, ao passo que 40% irão gastar mais em 2019. Por fim, 19% dos consumidores vão comprar um presente mais barato este ano.

Forma de pagamento
55% pretendem pagar o presente à vista e 45% de forma parcelada (aumento de 13 p.p. em relação ao ano passado). Dentre os que pagarão a compra à vista, 41% utilizarão dinheiro em espécie, 32% no cartão de débito, 19% no cartão de crédito, 8% no carnê ou boleto e 1% com cheque.

Já entre os 45% que parcelarão o valor do presente, 93% usarão o cartão de crédito, 6% o carnê ou boleto, 1% o cartão de débito programado.

Não comprarão presente
35% dos consumidores entrevistados não comprarão presentes na data, e os principais motivos são: 39% porque estão endividados, 22% desempregados, 19% por necessidade de contenção de despesas, 11% priorizarão pagar as contas da casa (água, luz, escola, etc.), 6% devido ao aumento dos preços, da inflação e das taxas de juros e 3% pela redução da renda familiar e do salário.

Tipo de presente
Conforme o esperado, os brinquedos continuam sendo a principal opção para presentear os pequenos neste Dia das Crianças, com 52% das menções dos consumidores entrevistados. Em segundo lugar ficam os itens de vestuário e calçados, com 22%. Eletrônicos (TV, tablet, videogame, smartphone, etc) foram citados por 16%, enquanto 5% pretendem presentear a criança com opções de entretenimento (cinema, parque, teatro, etc). Livros, CDs e DVDs serão a opção de outros 3%. 2% darão uma viagem de presente a criança. 1% dos entrevistados dará outro tipo de presente não especificado. O gráfico abaixo ilustra os dados citados.

O levantamento também identificou que 47% dos consumidores que comprarão presentes para a data pretendem presentear os filhos; 26% os sobrinhos, 14% afilhados, 8% netos e, por fim, 5% presentearão outras crianças.

Fator de influência na compra 
Já ao serem questionados sobre qual fator influenciará a compra do presente, 38% desses mesmos consumidores afirmam que preço, ou promoção ou desconto será o principal fator. Para outros 33%, esse fator será o desejo da criança, enquanto a necessidade ou utilidade do presente influenciará a compra de 23%. Por último, 6% dos consumidores serão influenciados pela qualidade e pela marca do produto, como ilustra o gráfico abaixo.

Local de compra do presente
29% dos consumidores que vão comprar presentes para o Dia das Crianças farão as compras em lojas online, enquanto o restante (71%) comprará em lojas físicas. Destes, 42% em lojas de rua/bairro, 34% em shoppings centers, 22% em grandes redes varejistas ou lojas de departamento, e 2% em super/hipermercados.

Aplicação financeira como presente
Quando questionados se trocariam o presente por uma modalidade de investimento, pensando no futuro da criança, 47% dos consumidores afirmaram que sim. Dentre eles, 59% optariam pela poupança, 14% por fundos, ações ou CDB (Certificado de Depósito Bancário), 7% pela previdência privada, 10% por títulos de capitalização e outros 10% por outros tipos de investimentos.

Metodologia
A Pesquisa Hábitos de Consumo – Dia das Crianças foi realizada pela Boa Vista de forma quantitativa, entre os meses de agosto e setembro de 2019. No levantamento foram entrevistados mais de 600 respondentes, em todo o país. A leitura dos resultados deve considerar ~ 4% de margem de erro e 95% de grau de confiança para leitura dos resultados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

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