Funcionários fantasmas: MP investiga Carlos Bolsonaro

11.09.2019

 O clã Bolsonaro não fica um dia sequer fora da mídia. Não interessa se é positiva ou não.  O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) não vai tentar a reeleição ano que vem. Em seu lugar, sua mãe Rogéria, ex-mulher de Jair, tentará retornar à Câmara onde foi vereadora nos anos de 1990 

                                    Carlos quer sua mãe de volta à Câmara Municipal e cuidar da comunicação do pai Jair

 

Carlos Bolsonaro está de licença sem vencimento na Câmara de Vereadores do Rio para cuidar oficialmente da área de comunicação do pai, o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), principalmente nas redes sociais.

 

Porém, vai ter que dedicar boa parte do seu tempo para tratar de uns "probleminhas" com a justiça. Ele é acusado de ter empregado sete parentes de Ana Cristina Valle, ex de Jair e sua madrasta.

 

O Ministério Público do Rio abriu dois procedimentos para investigar as denúncias de uso de funcionários fantasmas e a eventual prática de “rachadinha”, como é conhecida a devolução de salários, no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).

                                                                                                                                                                               CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As investigações foram abertas com base em reportagem publicada pela revista Época em junho que revelou que Carlos empregou sete parentes de Ana Cristina Valle. Dois admitiram à reportagem nunca terem trabalhado para o vereador, embora estivessem nomeados. O MP ainda apura suspeitas de que outros três profissionais nunca deram expediente na Câmara.

 

A partir de um pedido com base na Lei de Acesso à Informação, o MP confirmou os dois procedimentos, mas informou que ambos tramitam sob segredo de justiça. A investigação criminal está a cargo do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, com apoio do Grupo de Atribuição Originária Criminal (Gaocrim). Já na esfera cível, onde se apura eventual improbidade administrativa, a investigação ocorre na 8ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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