Alunos da EJA de Friburgo viajam para conhecer cultura nordestina

04.06.2019

Neste ano, a coordenação da Educação de Jovens e Adultos (EJA) está desenvolvendo um projeto literário voltado à literatura de cordel em sala de aula, reconhecendo-a como patrimônio social e cultural do povo brasileiro. O cordel é uma manifestação cultural que retrata o cotidiano, a realidade do Brasil e suas peculiaridades. O objetivo do projeto “O Cordel Encantado na EJA” é promover situações de leitura e escrita baseadas nesse assunto para a produção do conhecimento do aluno de Nova Friburgo.

 

 

À medida que o projeto foi sendo realizado, o interesse dos alunos pela cultura nordestina cresceu ao ponto de se interessarem em conhecer a feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, local onde se concentram muitos nordestinos com vendendo comidas, bebidas e artesanatos típicos, além de shows específicos.

 

Além dos integrantes da equipe da EJA, alunos de cinco escolas participaram do passeio, que começou com uma visita ao entorno do Museu do Amanhã e terminou na Feira de São Cristóvão. São elas: Escola Cypriano Mendes da Veiga, Colégio Dermeval Barbosa Moreira, Escola Hermenegildo Gripp, Escola Hermínia Condack e Escola Hermínia S. Silva. Os alunos divertiram-se muito e ficaram encantados com a cultura nordestina. Para a coordenadora da equipe da EJA, Marilea Vizzoni, foi uma oportunidade muito gratificante poder unir o conhecimento de sala à viagem.

 

Sobre a Feira de São Cristóvão – data de 1945 o início dos primeiros movimentos que deram origem à Feira de São Cristóvão, ou Feira dos Nordestinos, como é conhecida no estado do Rio. Nesta época, retirantes nordestinos chegavam ao Campo de São Cristóvão em caminhões, vindos para trabalhar na construção civil. A animada festa, com muita música e comida típica, gerada pelo encontro dos recém-chegados com parentes e conterrâneos, deu origem à feira, que permaneceu ao redor do Campo de São Cristóvão por 58 anos.

 

Em 2003, o antigo pavilhão foi reformado pela Prefeitura do Rio e transformado no Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. Hoje, não só nordestinos frequentam a feira para matar saudades e resgatar um pouco de sua cultura, como também cariocas e turistas de todo o país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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