Coluna do Gilson na política

05.04.2019

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             foto Agência GBNEWS

 

A corrida para as eleições de 2020 já começou. Fiquei sabendo que em Brasília, nos corredores da política, não está afastada a hipótese do prefeito de Maricá, Fabiano Horta (foto), deixar o PT e se filiar ao PSC, partido do governador ex-juiz federal Wilson Witzel, para tentar a reeleição. Sair da extrema esquerda e ir para a extrema direita? Sei lá, como política é política, tudo pode acontecer.

 

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Já que falei em Maricá vamos lá. Conforme anunciamos em primeira mão, assim que abrir a janela partidária o vereador  democrata Alberto da Maricaense e o licenciado Robson Dutra (Podemos), atual secretário de Turismo, vão vestir a camisa do PSD a partir de abril do ano que vem. Vão engrossar a equipe do presidente do PSD-Maricá, Alexandre Oliveira, que já tem o Dr. Felipe Auni atual vice-presidente da Mesa Diretora e presidente da robusta Comissão de Educação, Saúde, Turismo e Meio Ambiente da Câmara Municipal. Horta vibrou com a notícia.

 

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Já tem político fazendo campanha para ser o vice de Fabiano Horta. O detalhe é que  quem vai indicar o nome é o presidente regional do PT e ex-prefeito de Maricá, Washington Quaquá. No meu entender, nenhum dos postulantes no momento, sendo ou não do PT, não tem a mínima chance de ser indicado. Quaquá e Horta estão fechados neste tipo de acordo político. Maricá tem a maior fatia dos royalties do petróleo. Somente neste ano já abocanhou cerca de R$400 milhões.

 

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Em Boston, Estados Unidos, o governador Wilson Witzel (PSC) disse que pode se candidatar a presidente da República, um sonho desde menino. Até aí tudo bem é um direito de todo cidadão. Só que ele tem que começar a governar o Rio de Janeiro e não continuar nos nove fora como o capitão Jair Bolsonaro (PSL).

 

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         foto agência GBNEWS

 

Em Cabo Frio, o prefeito Adriano Moreno (Rede), que até agora não disse prá que veio com a eleição suplementar, também pensa em reeleição. Uns dizem que Adriano (foto) ainda não teve tempo para fazer nada, outros afirmam que é incompetente e tem uma equipe pra lá de fraquinha. Fico com a segunda hipótese.

 

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E o ex-prefeito Marquinho Mendes (MDB) tem mais uma dor de cabeça na sua pretensão de conseguir se candidatar novamente a prefeito de Cabo Frio nas eleições do ano que vem. O parecer prévio contrário do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) das suas contas do ano de 2017 entrou na pauta de ontem da Câmara Municipal e foi enviado para a Comissão de Finanças, Orçamento e Alienação (CFOA) da Casa, presidida por Vinicius Corrêa (PP). Se ao fim do processo, os vereadores decidirem por seguir o parecer do TCE-RJ, Marquinho pode ficar inelegível por oito anos.

 

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Com os problemas judiciais dos ex-prefeitos Marquinho Mendes e Alair Corrêa, aparentemente fora de cena, pelo menos, oito nomes se anunciam como postulantes à cadeira de prefeito: o próprio Adriano Moreno (Rede), José Bonifácio (PDT), Rafael Peçanha (migradando do PDT para outro partido), Leandro Cunha (PSOL), Cristiane Fernandes (sem partido), Anderson Macleyves (Avante), Luiz Claudio Gama (sem partido) e Jefferson Vidal (PSC).  Um oitavo nome, citado nas rodas políticas da cidade, o do deputado estadual Serginho Azevedo (PSL), nega de forma enfática a pretensão. Ao menos, por enquanto.

 

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Em Campos, a família Garotinho pode ressurgir das cinzas. O deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), filho do casal de ex-governadores e ex-prefeitos Anthony e Rosinha, já avisou que é candidato à sucessão do prefeito Rafael Diniz (PPS) que vem fazendo uma administração fraquinha fraquinha.

 

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Em Niterói, com o prefeito Rodrigo Neves (PDT) encerrando seu segundo mandato, alguns nomes começam a ser ventilados, como do deputado federal Chico D'Ângelo (PDT), do atual secretário de Governo e ex-deputado estadual Comte Bittencourt (PPS) - foto - e do ex-vereador eleito deputado federal  Carlos jordy (PSL).

 

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Finalizando, a batata do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), está assando. Se for aprovado o impeachment  assume o presidente da Câmara de Vereadores Jorge Felippe (MDB) que convocará novas eleições. Ele poderá ser um dos candidatos, assim como o fiel escudeiro de Crivella, o vereador Paulo Messina (PRB) que vinha comandando a Casa Civil da Cidade Maravilhosa.

 

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A Coluna do Gilson volta semana que vem falando de política. Fui ...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

tica. Fui ...

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