Tartaruga tratada durante um ano é solta na praia de Itaipuaçu

29.01.2019

                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Elsson Campos

                                                       Bióloga Mariana Buratto soltou a tartaruga após um ano de tratamento

 

Uma ação do Projeto Onda Certa de Maricá, da Secretaria de Proteção e Defesa Civil,  possibilitou que cerca de 90 alunos com idades entre 6 e 17 anos tivessem nesta terça-feira (29), uma aula prática sobre o meio ambiente. A iniciativa aconteceu na praia de Itaipuaçu, próximo à Rua 70.

 

A atividade contou com a parceria do CTA – Serviços, que é responsável pelo monitoramento das praias e permitiu não só que o grupo conhecesse a carcaça de alguns animais marinhos, como acompanhasse também a soltura de uma tartaruga verde (chelonia mydas) que estava em tratamento há um ano.

 

 

Segundo a bióloga e responsável pela parte de educação ambiental, Mariana Buratto, o animal juvenil com 42 cm e cerca de 5 kg foi encontrado em São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, abaixo do peso, com a nadadeira esquerda sem movimento e fibropapilona (tumor causado pela poluição da água). “A principal causa da morte dos animais marinhos é o descarte de lixo nas praias. Então, conversamos com eles sobre os danos e o que pode ser mudado para salvar o meio ambiente”, completou Mariana.

 

Para o major Gilvane Dias, da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, essa atividade é de suma importância para a educação ambiental. “Nós ensinamos os cuidados que as crianças têm que ter com os animais marinhos, o que fazer caso encontrem algum animal ferido. No caso, o CTA sempre nos apoia fazendo o tratamento e a soltura desses animais na orla de Maricá”, explicou.

 

Já a pequena Dominicky de Jesus, de 10 anos, disse o que aprendeu com a atividade. “Eu não sabia que não podia jogar lixo no mar, que fazia mal aos animais marinhos. Agora eu não vou jogar lixo e vou pegar o lixo que jogarem”, disse Dominicky.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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