Wiltzel chamado de traidor do clã Bolsonaro busca apoio do PSL na Alerj

O governador Wilson Witzel (PSC) ao demonstrar apoio à reeleição do deputado André Ceciliano (PT) à presidência da Alerj, ao contar com a ajuda do ex-governador Anthony Garotinho (sem partido), para fazer a costura política na Assembleia, e autorizar a nomeação de um petista à presidência da Fundação Leão XIII, tenta agora uma aliança com a bancada do PSL que o chamou de traidor

 

 

Witzel disse hoje (15) que não vai interferir no processo de eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Rio.  Foi durante a missa de 186 anos de Nova Iguaçu, celebrada na Catedral de Santo Antonio no Centro do município. O deputado Ceciliano com quem Witzel jantou dias atrás no Palácio Laranjeiras, fora da agenda oficial,  também estava presente. Nesse jantar, o parlamentar teria recebido  apoio do governador à sua reeleição.

 

Descontentes, os deputados eleitos do PSL,  Fillipe Poubel e Alana Passos, criticaram o governador através das redes sociais, afirmando que Wiltzel usou a imagem do clã Bolsonaro para sair do anonimato e se eleger, e agora está caminhando com a esquerda que o atacou durante a campanha eleitoral.

 

Fillipe Poubel, Alana Passos (porta-voz da família Bolsonaro no Rio) e Anderson Moraes, indicado como líder da bancada na Alerj, não compareceram ao jantar promovido pelo governador, no Palácio Laranjeiras, com os deputados do PSL. O sargento PM Renato Zaca, apontado como um dos líderes da bancada da Bala na Alerj, também não participou do encontro.

 

Ao postar uma  foto ao lado de integrantes de seu governo e da bancada do PSL no facebook, Wilson Witzel  anunciou que os deputados afirmaram apoio e a participação na sua base na Alerj.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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