Cabo Frio promove reuniões para debater problemas no réveillon

Em três reuniões, uma nesta terça-feira (08) e duas na quarta-feira, Cabo Frio vai discutir os problemas causados pela superlotação no feriadão do réveillon. Segundo estimativa feita pela concessionária Prolagos, as três principais cidades da Região dos Lagos (Cabo Frio, Búzios e Arraial do Cabo) receberam 200 mil pessoas a mais que no réveillon do ano passado. Os visitantes e moradores sofreram com os problemas de trânsito, principalmente nos acessos às praias, e com a falta de água

A primeira reunião vai reunir a diretoria do Cabo Frio Convention Bureau, que vai analisar as reclamações que chegaram através dos 170 empresários associados e dos membros da Associação da Costa do Peró. Na manhã de quarta-feira (09), as demandas serão levadas para o Conselho Municipal de Turismo, onde têm assento, inclusive, representantes do governo municipal. Na quarta-feira à noite, as conclusões serão levadas para uma reunião aberta a todos os empresários e o público.

 

-- Os problemas do trânsito e da falta de água foram os mais graves neste período de réveillon. O acesso ao Peró, por exemplo, ficou impraticável. As autoridades conhecem os problemas, sabem onde estão os nós. É o caso do estacionamento da Rua dos Biquínis. Ali, a cobrança tem que ser feita na saída, e não na entrada, para evitar a retenção do trânsito. Uma medida simples que pedimos há anos – disse a presidente da Associação da Costa do Peró, Corine Muller.

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Nas reuniões, os representantes do Peró e Ogiva vão pedir sinalização para as vias dos bairros; a presença de reboques e guardas municipais para reprimir o estacionamento irregular; melhorias físicas e operacionais nas vias de acesso, em especial nos trechos da Gamboa e Jacaré; e, ordenamento da Praça do Moinho, principal área de lazer do balneário depois da praia.

 

-- Além da falta de água, os caminhões pipa não conseguiram descarregar porque não conseguiam parar nas ruas cheias de carros estacionados irregularmente. Aconteceu na Praça do Moinho, no Peró, e em outros bairros – comentou o zelador Israel de Oliveira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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