Moqueca capixaba desbanca a feijoada no Palácio Guanabara

A partir de 1º de Janeiro de 2019 o Palácio Guanabara será comandado por profissionais - a maioria da área jurídica - que estarão desembarcando no Rio de Janeiro, procedentes do Espírito Santo, estado onde Wilson Witzel (PSC) encerrou sua carreira de juiz federal para se candidatar ao governo do Rio de Janeiro

                              A moqueca capixaba passa a ocupar espaço no cardápio do governo fluminense

 

Com certeza o chef da cozinha dos Palácios Guanabara (sede do governo) e das Laranjeiras (residência oficial do governador), já devem estar modificando o cardápio trocando, por exemplo, a feijoada por uma moqueca capixaba.

 

Witzel tem três filhos nascidos no Espírito Santo, onde atuou como juiz federal no período 2005/2010. É estreante na política e considerado linha dura na área jurídica e ligado à família e à religião.

 

Até então desconhecido do eleitorado fluminense, venceu políticos como o senador Romário (Podemos), deputado federal Índio da Costa (PSD) e o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), ao anunciar  que estava apoiando o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República. Foi o apoio mágico para conquistar o governo do Rio de Janeiro.

 

Witzel é servidor público com passagens pela Marinha, o Instituto de Previdência do Município do Rio (Previ-Rio) e a Defensoria Pública. É professor e ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Rio e do Espírito Santo, com carreira na Justiça Federal por 17 anos, tendo participado de casos de repercussão, como o do propinoduto. Ele tem 50 anos, é de Jundiaí e mora no Rio desde os 19.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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