Crivella, Pezão e Washington Reis apoiam virada de mesa na Liesa

01.03.2018

Neste ano de eleições para deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidente da República, vale tudo para conseguir alguns votinhos, principalmente no mundo do samba do Rio de Janeiro. O regulamento foi rasgado, assim como as leis também não são respeitadas e as duas últimas escolas de samba vão continuar no grupo especial. Apenas duas agremiações foram contra

                                                   A apuração dos votos do grupo especial não serviu para nada

 

O governador Luiz Fernando Pezão (PRB), o prefeito do Rio Marcelo  Crivella (PRB) e o prefeito de Duque de Caxias Washington Reis (MDB) apoiaram a virada de mesa que manteve as escolas de samba Império Serrano e Grande Rio fora do rebaixamento do carnaval carioca.

 

Na noite desta quarta-feira (28), a plenária da Liga "Independente" das Escolas de Samba decidiu cancelar o rebaixamento das escolas de Madureira e Caxias, últimas colocadas na apuração do carnaval deste ano. Apenas a Portela e Mangueira foram contra essa virada de mesa.

 

Essa decisão contou com apoio de Crivella, que não gosta de carnaval. Ele mandou uma carta, juntamente com o presidente da Riotur Marcelo Alves, para o presidente da Liesa Jorge Castanheira, dizendo não se opor à manutenção das escolas no Grupo Especial.

 

Nesse mesmo documento, Crivella e Marcelo afirmam que o prefeito de Caxias Washington Reis (MDB) e o governador Pezão (MDB), também são contra o rebaixamento. "Crise financeira nesse ano que passou. As escolas tiveram muitas dificuldades", disse Pezão responsável direto pelo caos econômico que o Estado do Rio atravessa.

 

No carnaval de 2019, a elite do carnaval carioca terá 14 escolas de samba na Marquês de Sapucaí, sete desfilando no domingo e sete na segunda-feira.

 

a segunda-feira.

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