Lula e Dilma falam para poucas pessoas em Maricá

Pouco mais de duas mil pessoas compareceram a Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro de Maricá, para assistir o pronunciamento do ex-presidente da República Luiz Ignácio Lula da Silva (PT), que vem percorrendo o país com sua caravana numa visível campanha eleitoral, embora não peça votos. A ex-presidente Dilma Rusself (PT) também se  juntou a caravana que nessa semana percorre cidades dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo sob os olhares da Justiça Eleitoral

 Os coordenadores acreditavam que cerca de 10 mil pessoas iriam participar do evento que levou para a praça inúmeros servidores municipais e integrantes da CUT que chegaram em ônibus de turismo ameaçando repórteres fotográficos. Lula e Dilma criticaram a Operação Lava Jato (que já condenou Lula), o governo de Michel Temer (segundo eles ilegal) e os feitos nas suas administrações, como o programa Minha Casa Minha Vida que foi implantado em Maricá, nos distritos de Inoã e Itaipuaçu beneficiando cerca de 3 mil famílias.

 

 

Brincando, Lula lamentou a ausência do  ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) que não foi conhecer Maricá. É que a polícia federal com autorização da justiça, grampeou uma ligação telefônica onde Paes dizia para Lula que Maricá era um local de merda.

 

No palanque, entre outros políticos estavam o prefeito de Maricá Fabiano Horta, a deputada estadual Rosangela Zeidan  e o presidente regional do PT e ex-prefeito da cidade, Washington Quaquá, que usava muletas devido a problemas de Gota decorrente do ácido único elevado.

 

O ato público estava previsto para começar às 18h, mas a Caravana do Lula somente chegou a  Praça Orlando de Barros Pimentel às 20:45h. Maricá é a única cidade do Estado do Rio de Janeiro que é administrada por um prefeito petista.

 

 

Em nenhum momento, Lula e Dilma tocaram nos nomes dos seus amigos, o ex-governador Sergio Cabral (PMDB) condenado a mais de 70 anos e encarcerado no presídio “vip” de Benfica (zona portuária carioca) e o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), também investigado pela Operação Lava Jato.

 

 

 

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