Líder do governo diz que Maricá será uma das cidades mais importantes do mundo

 

Novo terminal  vai gerar 20 mil empregos para região de Maricá

Com investimento de R$ 5,2 bilhões realizado sem dinheiro público,

projeto Terminais Ponta Negra pode impulsionar a economia local

 

                                                                                                       Foto reprodução

Encabeçando a lista de arrecadação dos royalties do petróleo no Estado do Rio de Janeiro, com R$ 389.400.581,44 no período de 1º de janeiro a 31 de julho deste ano, e com a instalação do Porto de Ponta Negra, na Praia de Jaconé, o município de Maricá será um dos mais importantes do mundo, reafirmou hoje (24/8) ao GNEWS, o líder do governo na Câmara de Vereadores, Fabrício Bittencourt (PTB), que abordou o tema na sessão ordinária do legislativo desta quarta-feira.

 

“Já conversei com o prefeito Fabiano Horta (PT) e há a necessidade do executivo mandar para o legislativo uma mensagem criando a Lei Ambiental. A Petrobras tem que compensar Maricá pelos impactos causados pela instalação de dutos que vão cortar a cidade para atender ao Complexo Petroquímico do Estado (Comperj) instalado no município de Itaboraí”, disse o líder acrescentando que um convênio foi firmado com o Instituto Federal Fluminense (IFF) para capacitar a população maricaense, visando a geração de empregos qualificados no  Comperj e no Porto de Jaconé que será instalado no distrito de Ponta Negra.

 

Segundo Fabrício Bittencourt (foto GBNEWS) que atendeu a nossa reportagem na recepção do gabinete do prefeito, com a instalação do porto, Maricá será a cidade mais importante do mundo, já que passarão pelo município cerca de 50 milhões de dólares/dia em petróleo.

 

Porto

 

A construção do novo terminal de transbordo do Estado do Rio de Janeiro vai beneficiar de forma significativa a economia da região de Maricá com a oferta de 20 mil novos empregos (diretos e indiretos) para a população.

 

O projeto Terminais Ponta Negra representa um investimento de R$ 5,2 bilhões, com recursos exclusivos da iniciativa privada. É um empreendimento estratégico planejado pela DTA Engenharia com a participação de empresas multinacionais.  Quando estiver em plena operação, o terminal pode resultar na arrecadação de impostos municipal, estadual e federal na ordem de R$ 490 milhões.

 

A área na Praia de Jaconé escolhida para a instalação do empreendimento tem localização estratégica para o setor do petróleo. O terreno fica no trecho do gasoduto Rota 3 da Petrobras, a 200 km da Bacia de Santos e a 40 km do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

 

Além disso, a profundidade naquele trecho do litoral alcança o nível de 30 metros a uma distância de apenas 500 metros da costa, o que permitirá o acesso de navios petroleiros de grande porte, conhecidos como VLCC (Very Large Cruide Carriers). Esta condição geográfica única no litoral brasileiro reduzirá o custo e aumentará consideravelmente a segurança da operação.

 

“É um importante projeto para o país, realizado com parceiros internacionais do setor portuário, sem dinheiro público, que resultará numa operação eficiente e segura. Além de impulsionar a indústria do petróleo, o novo terminal vai dinamizar a economia do município de Maricá e do Estado do Rio. O porto trará ainda geração de empregos diretos e indiretos e ampliação dos programas sociais e ambientais para a população”, afirma o coordenador de projetos dos Terminais de Ponta Negra (TPN), Mauro Scazufca (foto GBNEWS).

 A maior parte da área operacional a ser construída (cerca de 70%) ficará dentro de um terreno baldio, onde existiu um campo de golfe nos anos 80. Do total de 573 hectares, um trecho de 350 hectares de Mata Atlântica é considerado Área de Preservação Ambiental e, por isso, será inteiramente preservado, sem sofrer qualquer tipo de interferência, assim como as formações rochosas encontradas no local do projeto.

 

Já a intervenção na vegetação, prevista para acontecer em uma área de 85 hectares, será compensada com novos plantios. “A questão ambiental é um compromisso do porto. Para cada metro de vegetação suprimido, haverá uma compensação em um espaço equivalente ao triplo do tamanho na mesma região. Vamos atender rigorosamente a todas as exigências determinadas pelos órgãos de regulação. Também estamos comprometidos em criar o Programa de Valorização do Patrimônio Geológico, com o objetivo de preservar e incentivar as pesquisas científicas sobre rochas e espécies vegetais da região”, conclui Mauro Scazufca.

 

Projeto Terminais Ponta Negra (TPN):

 

> INVESTIMENTO: Um investimento de R$ 5,2 bilhões que será concretizado com recursos de empresas privadas.

 

> EMPREGOS: Serão 20 mil empregos gerados, aproximadamente, em operação plena: 15 mil indiretos e 5 mil diretos.

 

> RECEITA: Operação resultará na arrecadação de impostos municipal, estadual e federal na ordem de R$ 490 milhões ao ano.

 

> SEGURANÇA: Localização estratégica na indústria do petróleo, no trecho do gasoduto Rota 3 da Petrobras, a 200 km da Bacia de Campos, a 500 m da costa, com 30 m de profundidade, permitirá operação de menor custo e maior segurança.

 

> PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: Maior parte da área operacional (70%) está localizada em terreno baldio. Dos 573 hectares, 350 classificados como Área de Preservação Ambiental não sofrerão interferência. Em trecho com intervenção na vegetação (85 hectares), haverá compensação ambiental.

 

 

 

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